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quinta-feira, 23 de julho de 2009

morgana_osodrac
s.:morgana

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Última Noite


† ۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩ †
Última Noite Andando, esperando,
O que esta noite me reserva,
Sentindo, fugindo, Se aproxima devagar,
O que você está esperando, Venha até mim,
Eu te aguardo esta noite, Esta noite, esta noite,
"Eu estou tão bem deste lado,
Sua curiosidade vai te matar,
Você foi quem quis vir atrás,
Então não se desespere,
Este é seu novo mundo" Florestas, Jardins,
Neste mundo eles são feitos de sangue,
Sangue, morte,
Isso é o que se encontra nesta noite,
E agora para que fugir,
Não mais adianta se esconder,
O seu destino já foi traçado,
O seu destino corre em suas veias.
† ۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩ †

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Escuridão


๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩
Escuridão Bela e tenebrosa
Viva e ao mesmo tempo morta
Liberta mas também sufoca
Corrompe mas não se importa

Com a dor e o sofrimento
Com a agonia de qualquer lamento
Com um pulsar que não estar batendo
Ou com as palavras que não entendo.

Escuridão Por que traz o meu temor?
Por que insiste em lembrar da dor?
Por que se passa por sofredor ou até mesmo
Acolhedor.Pois me tire da melancolia
Não me deixe nessa agonia
Até eu mesmo me mataria
Por um pouco de alegria...

Por que me faz sofrer?
Por que me faz chorar?
Não pretendo esquecer
Só você me faz me libertar.
๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩๑๑۩۞۩

terça-feira, 7 de julho de 2009


۩۞۩๑๑۩۞۩Morgan.Drac۩۞۩๑๑۩۞۩
Temeste a escuridão
Ao acalentar a minha agonia
Se continuares chorando,
Acordarás os temores de sua alma
Se sentes o desespero ao terminar
A sua jornada
Não haverá histórias
E nem canções épicas
Pra contar que fortes um herói
Não perturbes ainda mas o teu espírito
Ao renegar que seguirás em paz
Eu não irei sussurrar ao vento
Pra acalentar um destino sombrio
Mas prometa que não me deixará
descansar em paz.
۩۞۩๑๑۩۞۩Morgan.Drac۩۞۩๑๑۩۞۩

sábado, 4 de julho de 2009

Um Espírito Exorcisado


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Quem é você
Que perturba a minha alma
E que fala do meu lamento.
Quem é você que exorciza
A minha calma
E que acalenta o meu sofrimento.

Até mesmo na tenebrosa escuridão
Acalmaste o espírito inquietante
E com desprezo que clamei na imensidão
A morte me deu um beijo inquietante.

Que por várias vinganças
Atormentastes a minha desonra
Amedrontado-me com os seus sussurro
não ignore o meu desespero volte,
eu imploro, volte
Para minha vida
Sem atormentar as nossas angustias.
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Meu Testemunho

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Cortam-me as asas
Para que eu possa livre cair
E num túmulo me repousar
Os contos disseram que eu ia das
cinzas ressurgir
E pro meu descanso eterno retornar.

Quero poder chegar até o fim
Como quem nasce com o destino de morrer
E contar a minha história pra quem quiser
Ouvir sim
E jamais me lamentar pelos pecados
Que eu ainda vou cometer.
Mas antes de descansar em paz
Quero deixar para traz
As lágrimas que aqui deixei
Com a mesma mágoa descansarei.

Meu sentimentos sucumbirão
Velando esta agonia
Pois o meu coração que agora se despedaça
O meu velho sorriso sem graça
Deixará de existir
Mas como toda escuridão esconde a claridade
Talvez eu voltarei a sorrir.
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Palavras Sombrias


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Um destino sóbrio
Próprio para aqueles
Quem os consomem
E comem a própria verdade
Farta de mentiras
Vazias São as minhas
Palavras sombrias.

Como os mesmos sofrimentos
Os lamentos ainda se derramam
Na imensidão
A escuridão tapa os olhos cegos
Incertos daquilo que consumirão.
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Um Grito Desesperado


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Oh! vento que sopra
leva pra longe o tempo restante
Oh! lua que ilumina
escuridão sufocante
Leva pra perto de ti
O meu medo constante
De viver sempre assim
Na sombra do restante
Do que já existiu
Do que já foi criado
Pois não sendo errado
Meu sombrio passado, pesado
Não aguento este fardo
De horrores e temores
Dos jardins sem flores
Dos sonhos sem serem acalentados
Só mas um grito desesperado.
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